
Foto: AssCom FIEMT
Dos integrantes da diretoria e do Conselho Fiscal do Cipem, 14 passam a integrar a gestão da Federação das Indústrias de Mato Grosso para o quadriênio 2027–2030
O setor de base florestal de Mato Grosso terá forte representatividade na nova diretoria da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), eleita nesta sexta-feira (23). Ao todo, 14 integrantes da diretoria e do Conselho Fiscal do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem) compõem a gestão da Federação para o quadriênio 2027–2030, presidida por Jandir José Milan.
Entre os representantes estão o presidente do Cipem, Ednei Blasius, que ocupará uma das vice-presidências da Fiemt e também será delegado junto à Confederação Nacional da Indústria (CNI); o vice-presidente Gleisson Omar Tagliari; o diretor financeiro Paulo Roberto Seelend; e o conselheiro fiscal Rafael José Mason, todos eleitos vice-presidentes da Federação.
Para Ednei Blasius, a presença expressiva de lideranças do setor na nova gestão fortalece a participação da indústria de base florestal nas discussões e decisões estratégicas para o desenvolvimento econômico de Mato Grosso.
“Essa representatividade demonstra a força e a importância do nosso setor para a economia do estado. Estar presente nos espaços de decisão da Fiemt significa ampliar o diálogo, defender os interesses da indústria de base florestal e contribuir para a construção de políticas que estimulem a competitividade, a sustentabilidade e o desenvolvimento industrial de Mato Grosso”, destaca.
Também integram a nova diretoria da Fiemt os representantes do Cipem Antônio Luís Benedet, Carlos Roberto Torremocha, Fernando Zafonato, Felipe Antoniolli, Frank Rogiéri de Souza Almeida e João Carlos Paulino Júnior. Como diretores suplentes, foram eleitos Dioni Brezovsky Domiciano, Flávio Salino Moreira, Geraldo Bento e Sigfrid Kirsch.
A participação dessas lideranças reforça a integração entre o Cipem e a Fiemt e amplia a presença do setor de base florestal nas pautas da indústria mato-grossense, especialmente em temas como infraestrutura, segurança jurídica, acesso a mercados, inovação e desenvolvimento sustentável.
