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Cipem contribui para cumprimento da IN 05 do MTE

Publicado em 13 de Março de 2014
 

Capacitar para crescer. Seguindo essa linha de desenvolvimento é que o Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem) contribuiu para o 1º Network para colaboração de sugestões ao melhor cumprimento da Instrução Normativa 05 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), no evento organizado pelo Serviço Nacional da Indústria (Senai), em Sinop no último dia 12.03.
O presidente da Câmara de Inovação e Tecnologia do Cipem, Claudinei Freitas, que também é gestor do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Médio Norte de Mato Grosso (Sindinorte), representou a entidade na ocasião. O evento contou com a participação de vários parceiros do Senai e a sugestão do Cipem foi a de que deve ser feita o quanto antes a capacitação um a um dos trabalhadores no pátio das empresas madeireiras. Dessa forma, conforme ele, a IN será cumprida a contento, uma vez que nenhum funcionário deixará de ser capacitado e todos receberão um certificado de qualificação. Com essa segurança não só o trabalhador fica mais protegido como também a empresa, que, em caso de descuido do funcionário com o equipamento por não saber utilizá-lo bem ao não ter informações a respeito, pode acarretar acidentes e multa para a empresa.
“É extremamente importante haver esta chancela de certificação do Senai para esta capacitação individual porque a IN é clara que todas as empresas devem fazer o treinamento. Sendo assim o Cipem se coloca à disposição para fazer esta parceria e garantir este cumprimento”, garantiu Freitas.
Estas e outras sugestões agora estão nas mãos do Senai que vai avaliar a melhor maneira de implementá-las. Em breve, conforme informou o presidente da Câmara, haverá um seminário para definir datas e custos que, para os associados do Cipem serão subsidiados.

“Na verdade, mais do que o custo fazer essa capacitação é um investimento para a empresa já que as multas caso ocorram acidentes são muito mais altas. Um exemplo é de um acidente com um trabalhador em Juína que perdeu parte de um dedo ao manusear o equipamento erroneamente e gerou uma multa de R$ 400 mil. Sendo assim, o custo-benefício é bem maior”, lembrou.